Rack Skyanalog Simplexity com gira-discos e amplificador

A Música & Som publicou a 3 de outubro um artigo de Fernando Marques sobre o Skyanalog Simplexity R-25, o rack de hi-fi que temos na my HI-FI HOUSE. O título resume a tese: Um bom móvel de hi-fi pode melhorar o som do seu sistema. Vale a pena ler na íntegra. Deixamos aqui o que nos pareceu mais útil e onde o rack encaixa.

O que diz o artigo

O ponto de partida é simples: um sistema de alta fidelidade não acaba nos aparelhos. O móvel onde assentam recebe vibração dos passos, do trânsito, das máquinas da casa e das próprias colunas, e essa vibração sobe pelos pés até aos componentes. O gira-discos é o que mais sofre, porque a agulha lê movimentos minúsculos e não distingue o que vem do disco do que vem do móvel. Os amplificadores a válvulas vêm logo a seguir, pelas características microfónicas das válvulas. DAC e streamers, sem partes mecânicas sensíveis, ressentem-se menos.

Fernando Marques explica depois as duas escolas de controlo de vibração, o acoplamento rígido ao chão e o desacoplamento por interfaces elásticas, e nota que alguns suportes combinam as duas. É aqui que entra o Simplexity: a Skyanalog é conhecida pelas células de bobina móvel, onde o controlo de vibrações é tudo, e levou essa experiência para o móvel. Pilares rígidos, prateleiras de contraplacado de bétula suspensas em suportes de alumínio maquinado em CNC e uma chave dinamométrica na caixa para afinar o aperto dos pontos de suspensão e, com ele, o grau de amortecimento.

A parte mais prática é a distribuição dos aparelhos pelo rack. Gira-discos no topo, longe do chão e com o braço livre. Amplificador em baixo, sobretudo se for pesado ou a válvulas. Pré de phono afastado dos transformadores de alimentação. DAC e streamer nos níveis intermédios. E cada aparelho numa superfície estável, nivelada e com ventilação.

Uma leitura sem misticismo

O que mais apreciámos foi a honestidade da conclusão. O artigo diz que um suporte não altera o carácter de um amplificador, de um DAC ou de uma coluna e que a influência depende do sistema: grande com gira-discos e válvulas, discreta num sistema só digital. É o que dizemos a quem nos visita na sala de audição e foi por isso que o Simplexity nos convenceu antes de o pormos à venda. Nas palavras do autor, "mais do que uma questão estética, o suporte é uma parte da instalação que determina a estabilidade mecânica dos componentes".

As quatro versões do Simplexity

Todos os modelos partilham a base de 631 por 541 mm e o sistema é modular: quem começa com um ou dois níveis pode acrescentar mais tarde, até quatro.

Modelo Para quê Preço
Simplexity R-25/1 1 nível, 108 mm, até 60 kg. Plataforma para um gira-discos ou um amplificador pesado 479 €
Simplexity R-25/2 2 níveis, 385 mm, 50 kg por prateleira. Gira-discos e integrado 699 €
Simplexity R-25/3 3 níveis, 662 mm, 35 kg por prateleira. Gira-discos, pré de phono ou streamer e amplificador 1 099 €
Simplexity R-25/4 4 níveis, 939 mm, 35 kg por prateleira. Várias fontes e amplificação 1 499 €

Para ler mais

Se quiser perceber melhor de onde vem a vibração e quantos níveis fazem sentido para o seu sistema, o nosso guia O móvel também toca: racks Skyanalog Simplexity e Cold Ray entra nesse detalhe e inclui as duas peças Cold Ray que temos em exposição a preço de oportunidade. Para as células que deram nome à marca, veja Skyanalog: qual célula MC escolher, da P-1M à REF.

O Simplexity está montado na nossa sala de audição, na Av. 5 de Outubro, em Lisboa. Traga um disco que conheça bem e ouça o mesmo gira-discos com e sem rack. Agradecemos à Música & Som a atenção a uma peça do sistema de que raramente se fala.

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